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O mundo em 2050

 

Recentemente a ONU divulgou em seu relatório "Perspectivas da População Mundial" que na metade do século 21 o mundo estará muito mais cheio e sua população estará mais velha e mais pobre do que hoje.

 

Até 2050 a população mundial deve subir dos atuais 6,1 bilhões para 8 a 11 bilhões.

 

Desse total, 88% ou 8,2 bilhões de pessoas, viverão nos países em desenvolvimento, contra os 80 por cento (4,9 bilhões de pessoas) de hoje.

 

O relatório divulgou ainda que metade do crescimento da população mundial até 2050 se dará em apenas cinco países asiáticos e um africano: Índia, China, Paquistão, Nigéria, Bangladesh e Indonésia.

 

Nos próximos 50 anos o contingente mundial de idosos vai aumentar muito. O número de pessoas com 60 anos ou mais vai subir de 606 milhões hoje (20 por cento da população mundial) para quase 2 bilhões (33 por cento).

 

O número de pessoas com 80 anos ou mais, que em 2000 era de 69 milhões, será multiplicado por cinco até 2050, chegando a 379 milhões, ou 4% da população do planeta.

 

Essa tendência vai afetar principalmente os países mais ricos, provocando:

  • escassez de mão-de-obra

  • elevação dos custos da saúde e das aposentadorias na Europa e no Japão.

Países como os EUA serão menos afetados pelo problema porque o país recebe cerca de 1,1 milhão de imigrantes por ano.

 

Com a população crescendo tão rapidamente no mundo em desenvolvimento, África e Ásia vão se urbanizar mais. "Haverá um grande crescimento das megacidades nos países em desenvolvimento". E, finalmente, teremos um mundo mais diversificado do que o de hoje, em termos étnicos e culturais.

 

As populações em rápido crescimento têm menos tempo para preparar-se para transformações, acrescentando que essas pressões confrontam os governos com desafios de todos os tipos, tais como:

  • reavaliação da idade e das condições de aposentadoria;

  • orçamentos de saúde e política imigratória.

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