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Outubro de 2004

 

Ocupação cresce no Comércio e reparação, mas cai na Construção

 

O grupo que mais cresceu foi Comércio e reparação (4,7%, ou mais 633 mil trabalhadores) e nele, o número de empregados com carteira assinada cresceu 8,3%, enquanto os contingentes de sem carteira e empregadores teve um crescimento inexpressivo. Entre os que tiveram redução de pessoal estavam o da Construção (-7,2%, ou menos 400 mil trabalhadores), o de Alojamento e alimentação (-1,5%, ou menos 44 mil trabalhadores) e o de Outros serviços coletivos, sociais e pessoais (-5,4%, ou menos 169 mil trabalhadores). A queda no grupamento da Construção deu-se em todas as categorias de ocupação (empregados com ou sem carteira assinada, conta própria e empregadores) indicando que a retração atingiu tanto as grandes construtoras como as pequenas empresas de obras e reformas.

 

Em 2003, prosseguiu a tendência de queda no número de militares e estatutários, iniciada em 1998. Este grupamento representa a menor parcela (6,6%) do contingente de empregados da população ocupada do País. Dentro dele, em dez anos, a participação do funcionalismo municipal passou de 25,4% para 40,3% e a do estadual, de 53,4% para 44,3%, enquanto a dos funcionários federais caiu de 15,2% para 10,6%. Já o grupo dos militares, que vinha caindo desde 1996, aumentou um pouco e superou o contingente de 2002. A tabela 13 mostra as distribuições regionais da ocupação nos cinco segmentos da atividade econômica.

 

 

Fonte: IBGE

 

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