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Outubro de 2004

PNAD 2003 detectou mais trabalhadores com carteira assinada

 

Nível da ocupação foi menor que o de 2002: o das mulheres manteve-se estável e o dos homens caiu. Cresceu em 4,0% o número de contribuintes para a previdência e em 6,4% o de trabalhadores sindicalizados. Rendimento médio real de trabalho caiu 7,4% e o rendimento domiciliar, 8,0%. País tinha 5,1 milhões de trabalhadores com entre 5 e 17 anos, mas o trabalho infantil continuou em queda.

 

Em 2003, o País tinha 79,3 milhões de pessoas ocupadas, sendo 46,4 milhões de homens e 32,8 milhões de mulheres. A População Ocupada representava 55,4% do total das pessoas com dez anos ou mais de idade. Esse percentual – o nível de ocupação – foi menor que o de 2002 (55,7%) e igualou o de 1997. Entre 1992 e 95, esse indicador encontrava-se num patamar bem superior ao atual (tabela 11) e atingiu seu percentual mais baixo em 1996 (55,1%).

 

 

A taxa de desocupação detectada pela PNAD passou de 9,2% em 2002 para 9,7% em 2003 e, analisando-o para cada um dos sexos, verificou-se uma maior pressão das mulheres para ingresso no o mercado de trabalho: em 2003, a taxa de desocupação delas foi de 12,3%, enquanto a dos homens ficou em 7,8%.

 

Cresce o número de trabalhadores com carteira assinada

 

Em 2003 o Brasil tinha 62,8 milhões de trabalhadores em atividades não agrícolas. Entre esses, cerca 24 milhões tinham carteira de trabalho assinada e 15,4 milhões trabalhavam sem carteira assinada, enquanto 13,5 milhões eram trabalhadores por conta própria (tabela 5.5.2).

 

Em relação a 2002, cresceu o número de trabalhadores com carteira assinada em atividade não-agrícola, tanto entre os empregados (3,3%, ou mais 720 mil trabalhadores) quanto entre os trabalhadores domésticos (5,5%, ou mais 87 mil trabalhadores). No período, caiu o número de trabalhadores sem carteira assinada, tanto entre os empregados (-3,4%) quanto entre os trabalhadores domésticos (-1,1%).

 

O contingente de trabalhadores domésticos teve um crescimento muito pequeno (0,6%), de desde 2002 para 2003, mas vem apresentando uma tendência para a formalização. Neste contingente, o percentual dos trabalhadores com carteira assinada era de 17,2% em 1993 e subiu para 27,1% (6,1 milhões de pessoas) em 2003. Já o contingente dos trabalhadores por conta própria em atividades não agrícolas cresceu 2,1% no período, ganhando mais 80 mil trabalhadores, aproximadamente.

 

Fonte: IBGE

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