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Quadro da economia mundial

 

Em Washington, no último dia 8 de setembro, o vice-diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Stanley Fischer, disse que a economia mundial, liderada pela forte performance norte-americana e uma melhora européia, crescerá 4,7 por cento este ano "sem muitas nuvens negras em seu caminho"

 

Ele admitiu, no entanto, que os altos preços do petróleo estão começando a "amedrontar um pouco as pessoas".

 

Disse também que os Estados Unidos podem precisar reduzir o déficit em conta corrente para 2 a 2,5 por cento do Produto Interno Bruto (PIB), com o objetivo de alcançar um gap sustentável.

 

Fischer disse que os EUA viram o fortalecimento da demanda na Europa e Japão como uma maneira de reduzir o seu déficit. Fischer observou, porém, que isso provavelmente "envolveria alguma correção" nas taxas de câmbio do dólar e do euro.

 

"Acho que um crescimento mundial de 4,7 por cento é bem provável já que grande parte do ano já passou", disse Fischer. "Em grande parte, o crescimento é liderado pelos Estados Unidos, mas os europeus já estão recuperando o passo. "O FMI divulga as projeções de crescimento mundial no dia 19 de setembro, mas representantes já disseram que a previsão de crescimento mundial para 2000 será a mais forte da década.

 

Fischer disse que as perspectivas também são animadoras para 2001, embora a lenta recuperação econômica do Japão ainda seja causa de preocupação para o Fundo. Tóquio precisa combater problemas estruturais e enfrentará "um grande problema fiscal" após anos de tentativas de sair da recessão.

 

"Para o próximo ano, não há muitas nuvens no horizonte, embora a nuvem do petróleo esteja ganhando peso, e isso está começando a assustar um pouco as pessoas", disse ele, referindo-se à recente alta recorde de 10 anos dos preços do petróleo.

 

Fischer disse que a Rússia, maior tomador de empréstimos do FMI, está gerenciando bem seus problemas sem necessitar de mais dinheiro do FMI, e já está começando a implementar ambiciosas reformas fiscais.

 

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