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E D I T O R I A L

 

Seguem as negociações para implantação da ALCA

 

Ultimamente, quase que diariamente estamos sendo bombardeados pelo tema “ALCA”. Às vezes, o representante brasileiro é quem fala, alegando que a ALCA deve sair mesmo sendo apenas uma ALCA “B”. Do outro lado, o representante norte-americano Robert Zoelick afirma que os EUA continuam assinando acordos bilaterais com outros países, ainda que aquele país deseje a ALCA para 2005. Seja como for, a principal meta para o Brasil é de impedir que qualquer tentativa dos Estados Unidos de desistir na promessa de colocar todos os produtos agrícolas na mesa de negociações.

 

Vários segmentos de nossa economia como por exemplo: suco de laranja, açúcar, carne e camarão poderiam superar os produtores norte-americanos caso as tarifas que aquele país impõe sejam removidas. Com o clima tropical e a sua abundante mão-de-obra barata, o Brasil leva uma significativa vantagem nesse aspecto.

 

Nossa carne bovina custa 50% menos que nos Estados Unidos. Mas as tarifas mantêm nossa carne fora do mercado norte-americano.

Nossa indústria de aço é tão competitiva que já envia 34% de suas exportações para a América do Norte e Canadá apesar das medidas anti-dumping norte-americanas e outras barreiras.

 

Para esses setores de nossa indústria, o livre comércio total no dia 1º de janeiro de 2005, quando a ALCA deverá entrar em vigor, é bastante interessante. Os competidores norte-americanos, no entanto, querem mais proteção ou nenhum acordo de livre comércio.

 

Também no ramo açucareiro há interesse que a ALCA seja implementada, logicamente sem barreiras mantidas atualmente.

 

Professor Eduardo Frigoletto

 

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